Na vida nós os "autistas", os que "sentimos" a mais, amamos tanto os mais próximos que amamos tanto quanto sofremos, e as vezes... é mais facil partilhar a dor do que a reter...este é um blog de desabafo e de momentos que as vezes mais valia esquecer...dedicado a mim e aos outros...
Saturday, November 28, 2009
Estes sao e serão os dias da eterna escuridão e dor
A mente bloqueia-me a maior parte do tempo o sangue que insiste em sair, o meu anjo vai-me segurando nos ataques de panico, mas há alturas em que as escrituras falam mais alto, há alturas em que o sangue ferve, o peito rebenta, as veias saltam, os olhos gritam,e a furia, a dor, a mentira, o odio, a loucura, a saudade, a vontade, o amor, a memória, a ternura, a raiva, tudo se forma numa intensa bola de lava que enviamos ao Mundo e em todas as direcções... são so dias de lâmina nos pulsos..são os dias que queremos esquecer, são os dias que vêm sempre... e não vão...
3 anos... e é como se tudo o que se passou até hoje só servisse para me tentar convencer que vocês o sentem....
Aguentei mais uma dose de apunhaladas e de espancamento... já me vou habituando a elas... mas no fundo... apenas trazem ao de cima o pior que há em mim...
o anjo está longe... não sabe.. apenas me vê uma ou outra vez... mas não sofre porque nao a deixo sofrer....
Amo-vos semper fi,Primus Inter Pares
o vosso orgulhoso Sangue
Saturday, August 29, 2009
The lonlyness in pain
unfortunatly that's what i've been doing....
Saturday, August 22, 2009
Pain..Hope...Fight
Saturday, March 14, 2009
Warriors of the Past, fears of yesterday, dreams of the ancient, blood of the Elders
So I continue to walk but now faster, and my breathing starts to accelerate as I recall my old life in a fast flashback, seeing you, seeing us and seeing my always/new family... and trying to understand some meaning in this meaningless fill of emotions and feelings...aaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrghhhhhhhh forget it now... fight it inside or I'll go crazy... I start to run and smiling...an insane smile...and my blood starts to be pumped all over my body...I'm in the wrong part of the country..but my northen heart starts to cry out my culture, my origins,...celtic, danish, viking, roman, asturian, warrior, "nortenho" as they call it...it brings me pain as strenght again, and speed to my running... I run, I run, I run... by the lake towards nowhere, towards everywhere... I run until I got no more strenght to run...
So I cry, I scream into the lake as I kneel.... tired but relieved...I look into the skies and into the unseeing Gods... and I get back on my feet, grab on to my family, my blood and my roots and I go into my home, into my bath...to recover again of yet another bleeding of pain...feeling of loss...believing tomorrow someone will do the same for me...
Macedo yeasterday, today, tomorrow... forever...
Monday, June 09, 2008
Alguns morrem...para que outros vivam para sempre

Ao longe consigo ouvir os tambores de eternas batalhas travadas...o meu sangue já correu em outros que lutaram e morreram por terras, por religiões, por crênças, mas a minha sina é outra... Os homens morrem há seculos por lutarem por fé, religiões ou falsas dores que não lhes está no corpo. Eu sou sangue e familia dos que lutaram e morrem pelo seu próprio sangue, pelos que foram grandes pois grandes mulheres tiveram a seu lado a dare-lhes a força que jamais teriam sem ela.
Sou profeta de nenhuma religião e da mãe de todas, sou a palavra do coração que me guia, sou Sou sangue e lenda dos que morreram para que outros vivessem eternamente sem medo, pois foi sem medo que foram,sou o expoente máximo de vida e sou a dor eterna, sou a ferida e a súplica do horror de quem sangra. Vivo da poeira de pirâmides que outrora vira brilhar... Agora... agora vivo com a força da mulher que me sustenta, com a dor do sangue que me corre ao som da guitarra da sofridão, vivo acompanhadamente só, como os Grandes.
Caminho por entre o Deserto que me levará ao Oceano que nunca conseguirei atravessar, mas caminho porque nunca procurei ganhar, apenas... honrar.
Ontem, hoje e sempre o vosso filho e o irmão deles, crente da mais antiga religião de todas, o sangue, ostentando a mais bela bandeira, o orgulho de ser quem sou...esperem por nós, aqui bem junto...
Monday, May 12, 2008
The ethernal madness of emptyness

Sometimes, when I'm alone...really alone...I see things, daemons, I see the pain grabbing me by my neck, playing with my body, tearing me apart...sending me to the floor .. . Sometimes, when I'm alone... I feel the lack of air, fight the convulsions, hold on to anything, but the missing is more powerful, and I cry...I cry and I scream..I cry and I scream, I cry and I scream, I try... I call for you crying...I miss you... I need YOU... My eyes can't seem to stay open as tears run down on my face, and all I can fell is the cold floor...I stay down..lay down for a while...for the time to convince me that there is a reason...there is a memory, there is an honor to hold...
So I get up..and walk, smile and talk...just until...again there is no one...again I'm alone... again I see things...
I will never quit... for you, for them... for us...
Tuesday, April 29, 2008
Morto...

Outro momento se passou em que fiquei vazio...entram olham e admiram a vida que tivera outrora, como se falassem de um grande império da antiguidade que deixa pena e saudade dos tempos aureos. Vêm as fotos e embatem-me com doces elogios mergulhados numa pena que só me relembra o que perdi em vez do que tive... choro e grito por dentro de dor... não vale a pena... ereis luz que me iluminava, ereis o som que me guiava, os olhos para o meu mundo, a vela que me aquecia... e agora... agora não oiço...da luz resta uma centelha e estou cego a ver o que desejo ver para não enfrentar a realidade...
Estou morto... sinto-o... e agora não tenho medo de morrer..tenho medo de ficar vazio...perdido... tenho medo de esquecer o que sou, porque quero demais o que fui...
Outro momento se passou em que o mundo parou e exclamou o vosso explendor que tão bem conheço pois foi o Sol que me iluminou 26 anos... foi a vida que me ensaguentou, veias e coração... e agora agarro-me a esta religião de vos querer, mas não sei como será...
Como será quando for feliz, quando me casar, quando tiver um filho, quando vos quiser gritar que tudo o que faz sentido é vos amar, como será quando crescer, quando quiser chorar, onde vão estar?! Onde....
Quero acreditar que do vazio faço luz...quero acreditar que já não tenho dia..não tenho Sol, mas tenho este céu estrelado que não ilumina da mesma maneira mas guia-me... Eles tentam...a sério que todos eles tentam e agem como se pensasem que estou vivo... mas não dá... a cada alegria é um rasgo de dor, é sangue a mais... e sangro o vosso amor que me arde e me consome por vontade...
A serio que eles tentam...e espero um dia poder viver um pouco... no entanto sei... que quanto ao que fui estou.... Morto...
Sois Deuses de 4 apostolos... seguir-vos-ei até onde estais... sou perfeito ao vosso olhar pois sou filho de tão perfeito par...
Não vos amo... é mais que isso...sou o vosso sangue, a vossa semente, a vossa imagem, a vossa vida infinita, sou o mais orgulhoso ser, o mais ferido, o mais honrado e defensor do que fomos, somos os 6...
NÃO ME ESQUEÇAM...NUNCA
Tuesday, February 19, 2008
o eterno inferno
Levanto-me e sigo sem pensar em quem me vê ou quem me possa chamar... caminho na lama preta e por entre os restos de milhares de humanos que ignoram o que possam matar com o lixo, e no meio destra podridão e esquecimento do que foi o dia e do relembrar da solidão da noite...quase morro de frio, quase morro de dor...mas continuo, deixo-me molhar pela negra e gélida manta que me vai cobrindo o corpo e me vai impestando de um cheiro e me roubando a vida...fico por momentos debaixo de agua, quieto e morto para o mundo, a pensar se deixo fugir o ar que tenho na boca ou se volto à superficie...demonios e fadas inundam-me e deixo-me perder na insanidade do pensar no que quero e numa razão para viver...
Deixo-me voltar ao de cima, deixo-me boiar ignorando que seres poderão me devorar...sou arrastado até à margem e ali fico até ao primeiro raiar de sol...até uma gaivota branca cheia de cicratrizes começar a cantar e me lembrar que até os meio mortos podem viver...
Ontem hoje e sempre...o meu sangue não se esgota e a dor só aumenta...amanhã depois e pra sempre... a vida brota,o amor aguenta, e eu estarei aqui a honrar-vos...
Saturday, December 15, 2007
Eternal Darkness - part II

The freezing night was a mist of violet and dark…grey beams seem to be send by the moon and, whispered a tough smog of death into the cold dark sand of the swamp…a rising dark figure, started to move from the mist… awakening a bunch of crows the figure walked, curved, but not tired, muddy but not dragging… the wharfing shattered the smog with an almost rotten air… focused in some kind of a purposed, the figured turned into a kid… wearing nothing else than a red robe and bearing a silver necklace firmed into his hand… he continued to walk away from the swamp into the dark lake surrounded by dark trees long dead and lightened only by the staring and accomplice moon.
There it was… the white swan, a hundred times seen, a hundred times admired, a hundred times killed by it…The kid walked right into the cold iced water…the already stained and filthy robe continued to darken as it spread into an inverted flower into the water, his faced pale showed only the cynic wide spread smile and two dark eyes that where before light brown, carved into dark surroundings of forgotten flesh… Insanity could be the name of the scenario, the swan started to swim towards him… its eyes turned from dark to red as it got closer, and what was a gracious swim, became an almost robotic movement towards the kid.
The moment was ceased has the kid pulled out two Japanese knifes, and moved the cloak away, revealing a dark suit with writings carved black into black. Sick of being pulled away from the world, tired of being helpless and alone, he turned the two knifes into each hand making two turns and stopping them pointing to the coming swan. A lifetime disguised crusade arouse and his eyes started to cry pure black tears, and his body started to shake, so he kneelled facing away the swan…
The innocent bird, quickly chapped into a tall dark figure, a long dark coat, with a pure pallid white face, full of scars and sharp teeth… its hands started to shown enormous sharpened nails which it quickly pointed into the kid as it jumped…
Without a moment to think, water was tossed over everywhere, and the only sound heard was the triumphant scream of the daemon, the kid had risen, and the two hands had been deeply carved into its stomach and chest… The kid stood eyes wide open, looking with a confusing way of admiration but somewhat pure anger. The beast smiled and laugh, has it knew death was certain to the foolish boy…
But its hands grapped the deamon’s arms and the kid started to pull himself out backwards, slowly getting himself out of the nails… He kneeled grabbed the knifes and looked at the beast, breathing nervously and animal like. The deamon didn’t understood…all that faced him had died and now that kid stood there as if nothing happed… The kid jumped right into the daemons chest and all that that violet, violent, cold night heard was once again a daemon scream… an enormous and continuous scream… mixed with the splashing of water…
From the mist he came, into the mist it retreats…leaving a blood trail… a blood bath… a bloodraine… that he didn’t start, but he will not ever stop…
There are wounds that will never heal, and will bleed forever, there wounds shape men, crate kingdoms, rage wars, feed insanity, give strength, steal light, but give some kind of life…even if an under life… they keep you alive…in your nightmare that has just started but will never end.
I’ve been made of the finest metal and forged in the hardest hammer forge , I will never cease to fight, will never quit… And although I walk down into the valley of the shadow of death, I shall not fear, because I’m the ugliest mother fucker in the valley.
Once I feared death….now it fears me
Sunday, November 04, 2007
Eternal Darkness

It was dark, and the little kid was hungry, cold, in his thin pajama he stood kneeled in front of the window fearing the rumbling sound of the never ending thunders, in a mix of a stunned look he tried to understand, to somehow feel something, feel something… but the kid wouldn’t feel nothing… he stopped feeling a long time ago, the window, opens and the ravaging storm gets in the room trying to send him backwards, be the only thing that happened was, that his hair started to waive, his eyes to tried to force opened while he stood up and with his arms along his body he tried to get in the darkness of the night…
But this night as the previous, wasn’t an ordinary night, it was another rumble, another stone, another stab, that started that July morning, and got bigger in November, and now he faced the night, himself, what he has done, what he should, would, or could do now in that particular scenario. Darkness filled the room and the dark forces of Mankind shattered another moment of sanity to give place to madness. The wind, cold, hard, savage, stroke harder and harder, the rain water was black and freezing, the lightning’s shadows, alive and unshaped.
The pain got bigger, the tears started to fall as he grabbed the shattered glass in the window to stand still, and the blood from the hands started flowing, but no sound came out from his mouth, he learned to suffer inside, to take it the deepest possible just to trough it away afterwards, stronger, harder with all his strengths.
To him there was no light in the night after what happened, every night was equal, every pain was now painless, he was numb, and all he wanted to do was to try to understand, because he was falling apart, dying each day inside, and every second that passed he was one more second close to insanity.
But there he was disappointed with life, trying to feel them, because the world was now a stranger to what he was, no one could ever understand his love and devotion… one feeling led to another, the blood started to flow more intensively, his teeth started to show, and the mouth changed from numb to rigid, hurt changed into pain, pain into hate, hate into pride, pride into will, will into vengeance, vengeance into strength, strength into power.
He took one step back looked at the bedroom mirror and saw the dark body shaped shadow approaching the window flying, he smiled and in a second the shadow turned into a screaming daemon entering the room, he turned quickly with a knife in his hand and jumped into the never ending night…
Friday, October 26, 2007
First Blood

Insano é o louco que adora acreditar na sua loucura unipessoal que ele embirra que é binomial. É como o leão que se deixa domesticar e ignora outras presas ou a Natureza, apenas e só porque sabe que pelo menos assim tem comida e o tratador até é bom... ele vai enfraquecendo de dia para dia, vai morrendo... Idiota é o que defende uma bandeira que nem sequer foi hasteada, mas ali fica, a aparvalhar e a olhar para o céu, para a ponta do mastro...
Mais uma ele fui o primeiro a sangrar...espero que não seja o primeiro corte como os outros... não sei se aguentaria outra hemorragia, quer dizer... sei... aguentaria, mas iria queima-la a ferros... Como sempre receei que o fizesse... como sempre soube e sempre lhe disse, mas o parvo parece que não me quer ouvir... poucos são os autistas que sabem amar, poucos... ouve estúpido... poucos, mas muitos são os que adoram entrar no carrocel e curtir umas voltas... vejamos se não tenho uma pega metálica e se não fito o olhar... para já ficam as primeiras gotas, as primeiras dores, as primeiras magoas...de quer pensar a 2 mas vai sendo forçado a viver a 1+1...
Aí ficarás idiota... a morrer na jaula, a olhar o céu, ao pé do mastro...
Wednesday, October 03, 2007
Ich habe kein zeit

Another song interrupted in the middle of the day, another shattered dream turned into a nightmare...There's no blood, no excuses, a thousand lies are already too much to justify all the errors I see, and nobody admits committing them.
I'm my own most worst enemy, even thought I've been trying to take all the pils, I just can't get better, I hiperventilate, looking for help everywhere.
My bare feet keep smashing the glass underneath me. So what the fuck is wrong? Should I put me out of my misery and return to the church I've been all these years? I'm sick of feeling there's nothing I could say, I'm suffocating...
I see lies, thiefs, power and greed, luxury and misery...in fact... i believe i can't see anymore... (again...)
Thursday, September 20, 2007
Novembro Negro

Estou nu e deitado numa poça de sangue, já lá vão 7 anos de batalhas numa guerra que só perco, as feridas não saram e o sangue não para de correr. Tenho frio e mal consigo falar pois o sangue coagula-me nos lábios, e também não quero. Os abutres, rejubilam-se com tamanha podridão, o meu cheiro aguça-lhes o apetite, mas esperam e vão-me apreciando a morrer lentamente.
Tento esquecer as memorias e a vida por momentos, para tentar viver, mas não consigo, o amor e a saudade, dão lugar à dor e ao ódio e começo a viver do negro da vingança. Os meus olhos ardem de tanta lágrima, os meus maxilares, rangem e parecem querer rasgar o sangue entre os dentes.
Agarro mais um pouco de terra como se me pudesse apoiar para me levantar, lentamente, o negro do odio, volta a fluir membro a membro e vou voltando a me levantar, ferido, sujo, morto por dentro e derrotado por fora. Procuro sentir, curar-me, agarrar de novo o meu destino e perceber onde posso continuar a respirar. Os cães de guerra deixados pelos momentos de angustia anteriores, acordam do sono e mostram a saliva dos dentes cerrados e rosnam enquanto parecem se deliciar com o avermelhado do meu sangue. De olhos vermelhos vivos começam a correr para me dilacerarem mais um pouco. Grito de dor enquanto me tento levantar e volto a tentar correr até ao lago, agarro as pedras que posso e arremesso-as com toda a a raiva que tenho, mas os cães são parte de mim e ao magoa-los, estou-me a magoar a mim mesmo. A aqui entre vales e lagos de infindável branco e vazio, tento me levantar para a caminhada, seguindo a luz do barco que está encostado, sinto-me cada vez mais pesado com o tempo.
Não sei porque vivo com isto o tempo todo, mas fechado por dentro, vou tentando andar, o pior de tudo está dentro de mim. O cancro da saudade e da falta dos dois, espalha-se e pára-me os músculos. Olho para o meu pulso e vejo o sangue que tenta correr, lembro-me de quem sou e o que represento e vou continuando enquanto a dor me vai corroendo e as pedras brancas que rodeam o lago me vão cortando a palma dos pés.
Vem!!! Enfrenta-me! Estou a dar em doido com tamanha cobardia da tua parte! Porquê!?! Porquê?!Grito até ficar sem voz. Mas do outro lado apenas trovões e chuva são a resposta, de um lugar onde não posso nada fazer. De certa maneira começo a entender que a dor só me mata e começo a conseguir me afastar e passo o meu arquinimigo para confiante mestre e pergunto-lhe porquê. Como não obtenho resposta, passo a quem de mais próximo...
De joelhos junto ao lago, avisto a barca da fada que me vê e me estende os braços, sei que tenho de ir, que tenho de deixar esta ilha maldita onde me meti na esperança de vencer o invencivel e de repor o impossivel. Antes de mergulhar abro os braços e o vento frio tenta me mandar ao chão.
Olho o ceu cinzento e volto a gritar: Estão-me a ouvir? Há algo que me possam dizer? Será que me estão mesmo a ouvir? Vão-me deixar assim? Tenho de viver , tenho de conseguir parar esta sangria que me mata e nao me deixa viver, pois preciso de continuar a minha vida. Eu não consigo enfrentar o que era, não me voltem as costas, oiçam-me! AMO-VOS, Não é justo continuar assim! Continuar assim, Não!
Atiro-me à agua e deixo-me andar agarrado ao tronco que estava na praia...
Posso ser eu mas jamais conseguirei sarar estas feridas....O odio...hei-de o perder...
Tuesday, September 11, 2007
Dulce et decorum est pro cruore mori"

Diz-me mãe o que vês. neste meu corpo
diz-me mãe se LHE devo perdoar esta ferida
voltei lá sabes? sim sabes..
voltei onde me ajoelhei a última vez,
voltei onde me verguei aos SEUS pés
mesmo assim, de preces, paredes e vidros santificados
Levou-te e deixou-me sozinho nos prados
E agora? Diz-me mãe e agora?
Sou quem devia já ter sido sem vocês cá
carrego a cruz e as chagas que sangram a cada aurora
e no entanto procuro a paz inalcançável em braços, abraços, sem fauna ou flor
porque este meu mundo não é o mesmo mã, o velho mundo morreu e so ficou o vosso amor
Diz-me mãe, se vale a pena... morrer e embainhar a espada,
ou se simplesmente continuo...levanto-me e viro costas a um reino a arder
e de puro sangue lusitano por-me a cavalgar e a gritar
para dentro do campo contra anjos e demonios combater
se devo a cruz a bandeira e o sangue defender.
Diz-me mãe se estás bem, diz-me mãe, diz-me mãe
porque se não mo disseres não sei...
não sei que reino defendo, só o que defendia
Diz-me mãe... se lhe perdoo, mesmo tendo-me tirado o que mais queria...
Por cada gota 1 dia, por cada memoria 1 ano, por cada dor 1 vida
Outrora, Agora e sempre vosso
Thursday, July 12, 2007
As voltas da maré
Thursday, June 28, 2007

Muitos foram os que pensaram que em tempos morrera... e quem já não sentiu na pele o peso das palavras não ditas, da pena que sentem por nós quando não queremos que sintam nada, o peso dos olhares desviados, a dor da solidão entre multidões...foi necessária muita força...dos Amigos verdadeiros, do Amor e da família...
Oh! como esta gente adora ver misérias, gritos, historias e contos tal como vêm nas novelas, "coitadinho, e agora?...vai se perder... oh sim estamos aqui para ti...blablabla..." e o cenário classico continua... a miséria dos outros é sempre mais bela e mais interessante que a nossa vida...poder falar de quão mal ficam os outros qualifica-nos de estar bem ou ao menos estarmos equilibrados... Mas tenho uma novidade para todos...sobrevivi...vivi.. fui à lama mas passei o lodo, limpei a cara, rastejei, gatinhei, andei e agora corro... de nu passei a roto e de roto a vestido e agora não troço da miséria dos outros ou a qualifico... não...agora continuo orgulhoso do sangue que flui dentro de mim, da personalidade que defendi, e sobretudo feliz por ter quem tenho do meu lado...
A verdade acabou por prevalecer... e a justiça...?! digamos que de certa forma ela está lá... e estará... e os que outrora de coitados e amigos agiram, vêem agora que foi vã a tentativa de entrarem no teatro da vida cultural do faz de conta e que toda a tentativa de me tirarem a vida foi em vão... Lamento estou aqui cicatrizado e pleno... renascido das cinzas onde nunca cheguei... e pior..estou mais forte...
aos meus Amigos, Familia e Amor o meu obrigado... às hienas...tenho pena...muita pena...
Monday, May 14, 2007
Nos meus braços,asas, amor e força ergue-te meu amor

Por vezes este Mundo é tudo menos justo...por vezes parece que só nos apetece mesmo largar as correntes e ficar atrás do obstáculo presos à lama...no entanto...temos sempre de erguer a cabeça e enfrentar os demónios de frente e lutar, lutar e continuar a lutra...porque mesmo que desistamos o mundo avança e os dias passam...
E não desperdices o teu tempo à espera da segunda hipótese a da hipótese de algo faça o mal ficar bom... tens uma razão para te sentires sempre bem...para te sentires sempre uma força imbatível, inigualável, inabalável... tu voas todos os dias nos braços de anjos que te amam, respiras todos os dias num peito cheio de confiança e orgulho que tenho em ti... não estás, nunca estiveste, nem estarás sozinha... em qualquer luta em qualquer lugar... e que encontres sempre o conforto e a força em mim para partires essas correntes que te tentam impor para que estejas fraca e desanimes... e que jamais te deixes cair... porque não o deixo... tenho orgulho no que és, no que fazes, no que lutas no que empregas em cada objectivo....
Oh alma lusa, meu amor, que tanta força me dás quando preciso, retira agora destas palavras a faísca para reanimar essa tua imparável força e navega nesses mares de tormentas e dobra todos os cabos que te apresentem, pois tens em ti o sangue dos antepassados e a vontade do presente...
'As noites e as marradas assinaladas,
Que da ocidental cidade Lusitana,
Por exames nunca de antes navegados,
Passaste ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaste
a tua imagem, que tanto sublimamos;
Tu meu amor, minha rainha lusa
Leva em ti a força e o sinal do quanto te amamos... Portanto ergue-te meu amor, sente este meu abraço forte, este meu olhar nos olhos e esquece esse cinzento, esquece o pensar e repensar... porque sabemos que dás e sempre deste o teu melhor...vai amor sê a lutadora que conheço, a amazonas e enfrenta esse Adamastor....
Faz o teu melhor sê tu mesma!
Thursday, May 10, 2007
I know the hour is coming soon

I know that I have been purifying my soul, strengthen my body, cleaning my thoughts and fighting with all my blood
I know father that now it’s the hour where the boy becomes man, and I must rise
I can see the date coming... the drums starting to rumble, the scream is getting louder…I remember everything…. The pain… the venom…. I can feel it….I’ve been stopping it for so long now…the army of darkness is marching..and I have gathered an army of light…. Screams of war, chants of hope, and dances of power….
I am ready to start running down the hill towards the long plains to fight for my blood, my honor, my house, my family, my name…
Dark armies stand ready for the long cross… it will take 6 months of war…but I refuse it to be 6 months of pain…
I have my flags…she has given me hope, love and an army so vast that it blinds the sun… I can rise now and order the army to move…fearless and steady…to the other side of the valley, to the liberation of this pain…
I know now that I will be ready to let go of the pain… same life…a new cycle….
Long have I been in this Island, praying, hiding from the truth from the facts and holding on to the reason to live…the reason to continue… my blood…our blood is more powerful than the dark forces of evil…my love, our love, their love, her love….is more powerful than my dark nightmares…
I am raising my father…I am not alone… I am not one but many…tell mother that I will walk through the valley of the shadow of death and I shall not fear, because I am not alone…I was ,am, will never be alone… tell mother that our love, our blood, our House will linger…tell mother that her first and last kiss still flow within my body…tell mother that I love her and that I still cry in her harms, tell mother that I shall carry on the dream…tell mother that I shall dance in the other side of the valley, tell mother that I shall cry, tell mother that I shall scream until I ran of air… saying …praying….liberating me…
My father, my mother…bless me now and walk with me the beginning of the rest of my life…
Passividade de uma morte lenta

Por vezes assistimos e vemos o que não queremos ver... por vezes queremos ajudar e não podemos ou não conseguimos... por vezes assistimos à morte lenta de um amigo e não o podemos defender...
A paixão masculina é muito diferente da feminina, reside sobretudo na honra e no respeito, não pode muitas vezes ser vista senão nos actos...ela vive do valor do seu maior tesouro...sobrevive do seu melhor valor...o amor e beleza exclusivo da sua mulher
É lindo o poder do brilho dos olhos...é infinita a força e o magnetismo de duas almas protegidas por um círculo intocável, é louca a vida a dois, é incomparável a beleza, a força e o tamanho de um verdadeiro castelo de fadas, o construído todos os segundos a dois, o castelo onde reina a Rainha e sorri o Rei contente de o ter protegido.
É um valor mais alto que a sua própria vida o amor de homem...não pode ser testado, não deve ser tocado e nunca duvidado quando puro sob o risco de o poluir de vez...
Não há sensação que descreve o que sinto por poder amar e ser amado...não há palavras que se assemelhem a tal valor, tal felicidade a de saber que se vive a dois, um para o outro, um pelo outro, uma equipa, uma união...uma alma
Pelo contrário e como homem, já vi e presenciei...o pior dos crimes passivos...o ignorar da exclusividade e o exacerbar da vontade pessoal, o esquecer da esfera a dois, o reivindicar uma autonomia que nunca existe quando se ama...já vi e presenciei...o morrer no olhar de um amigo, a dor de ver a sua rainha vestir-se, dançar e olhar para outros..., já vi e fui obrigado apenas a ver, o grito silencioso de um homem que morria por dentro à minha frente e que mesmo assim esboçava um sorriso oco... e ela...ela continuava de espelho na mão, cartas e convites para os outros...ignorando que o tempo não era para eles...que ela era linda...a mais linda ao olhos dele...a luz a vida e a cor dos dias e das noites... e nesse mar cruel ele deixou-se vaguear sem vela...vazio por dentro ela ainda melhora contando como ele não é o único a partilhar as tardes, as noites, os sorrisos, os abraços, as carícias, os almoços, os jantares, as festas e as luzes do luar...não....não é traição... traição trespassa e mata...esta morte é pior...é facada de veneno que vai matando, mas a morte é anunciada quando a lamina entra...
Infeliz aquela que pensar que o ciúme, a desconfiança e a incerteza a pode ajudar a melhorar uma relação... Abrir as portas do Castelo é rasgar uma seda irreparável...
Nós os homens nascemos sonhamos e vivemos sobre um código mais antigo que a nossa cultura... somos moldados, vivemos e amamos, para termos a nossa casa a nossa mulher, a nossa princesa, a nossa rainha, e defendemo-la pelos valores que ela nos transmite, pela tranquilidade, respeito, fieldade e sobretudo pelo valor que é sabermos que a beleza verdadeira dela é nossa e que o podemos defender em público...e é por isso que só há uma musa e que todas as outras são apenas e só fantoches de uma sociedade podre de valores, penas atiradas para partir uma muralha....
Idiota aquela que pense que tem de se sentir bela mostrando-se aos outros e ignora o efeito, de tristeza, desrespeito e descrença criado no seu homem...estúpida a que leva outros para a sua esfera a dois, ridícula a que se esquece que um homem também sente, miserável a que não quer ver e troca amor por instintos primários... pela frente ou por detrás...a facada é indirecta, mas sangra sempre, sente-se sempre, no tempo, na distancia, na falha, no romper da esfera, no acinzentar do mundo...no olhar dele...no silencio...no virar das costas...um Leão ferido nunca mais caça...afasta-se até morrer...
Quebrar a confiança de um homem colocando em dúvida a dedicação exclusiva, vai matá-lo e mesmo que ele diga o contrário, a verdade é que morre...morre o verdadeiro amor e a luta...morre a honra, morre a razão pela qual ele se deve guardar para ela apenas...morre...
O amor de homem vive do mel de flor da mulher... se ela for transmissível e parecer solta... se abrir os portões, outros entrarão no castelo e verão os tais jardins proibidos, o gozarão e o ridicularizarão, sentar-se-ão à mesa dele e mesmo que a Rainha pense que é cortesia, é pura guerra, é o afirmar que ele não tem o castelo que afirma, não tem a alma que defende, pois todos eles conseguem entrar no castelo e desfrutar do jardim, do tempo com a Rainha e da vista, e ele..ele é apenas o que a sustenta....e ele perderá a luz da sua gema de vida...enlouquecerá
Triste de quem não sabe o que tem... infeliz quem acha que tem de ser cobiçado por mais do que o companheiro só para se sentir alguém...
Depois... mais tarde...no dia em que não há honra, não há respeito... o mel de flor não é mel...nem melaço... é agua suja...e ninguém a bebe, ninguém a guarda...apenas a usam para lavar o corpo...
Apesar de não te poder ajudar...estarei lá sempre...apesar de não perceber porque não lutas...eu ajudar-te-ei aconteça o que acontecer...
Friday, April 06, 2007
Emptiness
Days later, a servant of the Purple House brang news of help needed, apologising for the intrusion...instead of refusing I indicated the realm that could help the house, but ordered the imediate leave of the nosferatus...
You have made it master said Raiven...."yes... I have the scars and the pain, but my blood is know strong and powerfull, and I have Anaksunamum to thank....I am Imoted now, lord of egypt , prince of Romania and son of the darkness... "
And I sat again in the middle of the Elder...drinking my wine