Tuesday, February 27, 2007


Acordei com o estilhaçar dos vidros da janela... saltei e rebolei até à porta passando bem debaixo da tua capa que já estava no meu quarto, na porta olho para a janela e lá estavas tu... de vestes longas e de olhos vermelhos sedentos de sangue de dor e de ódio, a tua vontade de me esquartejar, palpita na tua atitude firme e arrogante.

Com o teu sorriso....fazes um ar inocente e dizes que entendi mal... que sabes onde tenho andado e que prometeras voltar... mas desta vez sei que não tens hipótese, no corpo tenho algo que jamais poderás vencer, a bênção da Deusa da Luz... corres enquanto gritas e puxas das adagas que outrora me tinham ferido e morto, mas agora partem-se assim que me tocam... Não sabes que já te tinha apunhalado e morto faz muito... não tens alma e não me podes ferir... soltas um grito agudo e sabes que não tens qualquer efeito, não tens poder algum.... então vou até a prateleira, puxo do sabre que jaz num conjunto de três e ajoelho-me com o sabre à minha frente e enquanto agradeço e volto a pedir forças à senhora da luz, avanças numa ultima tentativa, o quarto entra num reboliço de vento, chuva, trovoada e o teu grito agudo de ódio e desespero....

Levanto-me rápido e solto um ultimo Kiai antes de me desviar do teu golpe, passar bem ao teu lado e te trespassar o sabre forjado pelos meus pais.... e abençoado pelo toque de uma Deusa.... Gheidjin está marcado no sabre mesmo depois de uma escrita feita recentemente por ela...” No more....” e acabas desta vez por cair sobre o sabre e esvazias-te em sangue...deixo-te o sabre no peito e acabo por queimar o teu corpo.... saio de casa e vou rumo ao templo onde os monjes já sabem e me aprovam....

Wednesday, February 14, 2007

Forgive me mother...


I haven't let the pain out yet...
forgive me mother for that I have sinned..
I can't let the pain out yet... Not yet...
You know I'll die inside...leading me for an outside death as well
I've hidden your death from myself...
I've forgotten the bad moments...
weak...I'm waiting for a better days
for a lonely beach or cemetery and a vision of myself on my knees...
I must keep my tears for surviving...for the wound is great, and if I bleed I'll dye
Forgive me mother because I have sinned...
but your eyes keep me thinking your alive...
so well alive inside my heart...
I cannot accept it..
I am not ready yet...
I need more time, more strength, more reasons...
To support the pain...

I know I have to live without you...
I know I have to be in love without you,
I know i have to get married without you,
I know...
I know I have to be a father some day without you...
but I just can't believe it... not yet....I need a shoulder,
I need an embrace
Forgive me mother for loving you...
give me mother the strength to live without you having you inside...
Forgive me mother for that I have sinned

Thursday, January 25, 2007

Tribute to a dancer


Podem nos roubar o corpo, o orgulho, e o amor, e deixarem-nos a dor e a solidão, mas a alma mana...a alma será sempre nossa, intocável se o quisermos...estou frágil e magro tão magro... mas mesmo assim arrasto-me pelo deserto à procura de água....

Vivo todos os dias com medo de me voltarem a esfaquear sem piedade enquanto rodopio... não sei o que dizer senão que me recuso a ficar sentado de cabeça entre os joelhos...mas que morro de medo de um dia voltarem me a cegar...

Os autistas sofrem mais que os outros porque não os conseguem convencer a morrer....eles deliciam-se na sua destruição com o mesmo gosto que se deliciam com o a sua ascensão


Caminhamos na mesma rua mas não me deixas dar a mão, porque te deixaram ir para a estrada demasiadas vezes... sabes que estou um pouco melhor, mas como me vês na orla do passeio tens medo que caiamos os dois...


Não deixes te roubar as sabrinas de dançarina...o soalho estará sempre lá....

Estou tão só dançarina.... estou tão aterrorizado... sei que estou no jardim agora... mas o prédio escuro de onde me tiraste está ainda ali.... será que ela realmente me levará daqui para o campo...ou ficarei eu eternamente neste bairro? Não sei...só sei que estás na janela do prédio a chorar e a olhar para mim com a mão na janela....e pedes-me ajuda enquanto sorris da minha temporária liberdade... para alem da rede...lá estou eu no pátio a acreditar que me vão levar... mas aterrorizado pois sei o que sentes...



Friday, January 12, 2007

The dawn of a new era...past is past


Andava por aí a divagar...andei as voltas atrás de mim e com medo de avançar e prometi-me encontrar a solução para voltar a viver pois não havia força que me conseguisse convencer a morrer...

Andei a vaguear em segredos escondidos... em sinais vindos de ti e os quais sempre li, sempre os questionei...mas apenas a mentira e o desprezo reinaram...e são agora espadas sem gume de um coração vazio que lanço em novas guerras...

A vela que à chuva se tinha apagado num Inverno que em mim ficara foi acesa por uma nova aurora e por uma chama incansavel e agora por tua causa estava com medo de me levantar...mas a luz foi mais forte....

Agora que passei a solidão e encontrei o motivo de viver de novo com emoção, vou ressemeando a minha seara, voando para o meu ninho e reconstruindo o meu castelo... os sinais, visões ou noticias que antes me magoavam, agora fazem-me rir ou ter pena da cegueira e da mascara que defendeste nunca usar... pois só eu sei o que passei dentro de mim por acreditar nos sorrisos que outrora vendiam algo que não existia...

Não há tempo que agora faça esquecer o que sofri e as datas vão marcando mas cada vez menos, e como tal vou fazer com que a tua presença passe a indiferença e da indiferença ao esquecimento, pois não quero voltar ao que matei...e facilmente os olhos frios e ocos me relembram a facada....pelo que não olho ao por-do-sol....

.De noite em noite, de amigo em amigo, de mentira que se foi tornando verdade...passo a passo, fui capaz de finalmente de não perdoar quem não gostou de mim e passar a deixar que quem me ama possa me fazer sorrir...

Doi tentar oferecer o que já pouco resta a quem tudo agora merece...mas lá no fundo há uma flor branca que permanece e teima em se tornar canteiro e de canteiro será jardim pois quem a rega sabe cuidar....

E as fotos que antes me faziam acreditar e pensar que um dia seriam mais fortes, estão longe e arrumadas com as noites de tormenta e mentira...a mentira em que acreditara passou a lenda e proibi os sonhos de ousarem me mentir...os sonhos estes..agora voam noutras pastagens bem mais verdes e bem mais floridas...

Já não sou dono do meu coração...é milagre ou maldição...não sei... sei que mo limparam de correntes e de feridas e agora sofro não de saudade ou perca, mas de dorido de anos sentando a sofrer... e agora só temo cair e não andar...sofre quem me levanta e quem batalha por mim, mas cada vez menos... as feridas cicratizadas começam a criar pele nova e mais uma noite e vou conseguindo esquecer, detalhe a detalhe, dia –a –dia vou libertando esse espaço para uma nova lufada....hipnotizado por um novo poder que me vai consumindo..vou começando a reaprender a andar, reaprender a sonhar...

E tu em mim já passaste a um passado ao qual vejo-me agora forçosamente a lembrar por estes dias...mas tal como jurei a mim mesmo e ao respeito por tudo e afirmei...! até ao dia em que me esquecer da dor que me levou quase a morrer... talvez te consiga olhar... até lá és a última pessoa que quero ver.... és seringa de uma dependência de droga que não quero voltar...és tudo o que odeio e agora tenho o simétrico a minha frente

óbvio que as datas vão me tentar magoar... mas agora sou de sol em sol cada vez mais forte e mais livre... e por isso tento não me assustar e não me deixar em cair, para ser feliz....

Perdido em medos e peças antigas... entro já amanhã no teatro da paixão e sei que sei representar... só me falta voltar-me para o público e ser capaz de o enfrentar....

Friday, December 15, 2006

Pensamento...


Eu vejo as luzes da Estrada que conduzo e por cada km que me afasto fico mais fraco, mais velho, mais frio.. A floresta deixa-me e as montanhas são a cortina espessa que me indica que caminho ao contrario do meu destino, para longe do meu karma, e a besta metálica faz o que lhe mando sem me contrariar, e ao início do primeiro dia de conta, lá estou eu outra vez, no mundo dos demónios, das sombras e da escuridão, no meio do odio, da loucura e da inveja... e sorrio para que pareça que está tudo bem, mas não está, cada noite que passo aqui, longe da minha alma e da minha Valhalla eu vou morrendo segundo a segundo, olhar a olhar, rua a rua, km a km, entretido em lutas e conquistas que nada de bom ou honroso trazem... e se eu nada fizer, se eu não partir enquanto forças me restam, eles os que me amam, vão perceber que no fundo, tudo o que eu sempre quis foi, voltar para casa...e acabarei por morrer aqui...

long years fighting another long life to survive


Is a peaceful thing to know that freedom has a rule that belongs to me, something wrong is the good that leave... but two of them stood tall and faced the devil with their back against the wall…

As a warrior would do, he stood in front and ordered the kids to leave and to keep on going and not look back… and so we could be free e fought…he stood tall and faced the devil with his back to the wall… He stabbed it once and the devil run for 3 years until it got back and he still won’t let it go until its hover and he kept the devil away from the village for another 3 years…but the wounds were too much…the blood to little and he died in her arms…smiling…

The devil cunning waited outside the village and knowing the 4 children would be strong and kill him we sat and waited the 3 years.. and one night, she herd a noise and knew it was it…she left with her husband honor and tried to fight the daemon, but the beast was as coward as always and attacked from behind.. she tried to resist for hours the pain and the blood, by the time her son Mathews got to her she was already going..

And so it is…. Alone in the village the four brothers have to be prepared for the cunnings of the beast because it is out there wounded but out there… and there’s only one way to deal with it…fighting it…

To all of us

Friday, December 08, 2006

ethernal story


My life has to be read by me in a different way than other people, so that I can survive...I try to think of it like in the great stories. The ones that really mattered. Full of darkness and danger, and sometimes you didn't want to know the end. Because how could the end be happy? How could the world go back to the way it was when so much bad had happened? But in the end, it's only a passing thing, this shadow..... Because even darkness must pass.... A new day will come. And when the sun shines it will shine out the clearer. Those were the stories that stayed with you when you where a child, and when you knew family valor. That meant something, even if you were too small to understand why. People in those stories had lots of chances of turning back, only they didn't.Lots of chances to quit and lay down arms and shields..but they kept going, marching, fighting every day, healing every wound. Because they were holding on to something. And I?! I hold on to my values, family, honor and true love... So i'll let my parent's value linger to my descendents... and I'll survive wearing each and every day until my last breath my family banner...my fathers strength, my mothers love, my brothers union, my childrens blood will make my heart beat and my legs move each morning, and will take me in to bed each night...

My family my blood my life, for you now and ever my sword

Bruno

Tuesday, November 28, 2006

Sombra de uma Mentira Psicótica


Não quero perder nem mais um dia na sombra dos meus erros, sendo uma imagem ridícula do homem que sei que posso ser. Tal como uma rosa cria espinhos, eu dos espinhos criarei uma rosa, e não! Não vais ser tu nem ninguém que me impedirá, foste fogo que ardeu uma floresta de raizes fortes, e tal como um fogo de Verão vieste, passaste e agora foste e não voltas, porque a floresta não te deixará consumir mais, tenho a àgua da fonte de amizade de amigos verdadeiros, a terra do amor próprio que criei e o vento que te afastará fogo maldito de qualquer chama que tentes pegar de novo. Parte e vai para junto do Inferno onde tens vivido, vive o pesadelo que gostas e fica lá, não tragas o ódio e o rancor, a dor e a sombra, para um mundo bonito que te tentou acolhre...É facil não é?! Quando te abrem a porta e te deixam sozinha na cave da piramide da vida e te dizem que o tesouro é todo teu...é facil roubares e pilhares para dares a uma faraó louco que dele comprará armas e fará guerras... mas de estúpida não tens falta oh cruel vítima dos teus pesadelos e medos, tens de perdida e de cega, que não enxergas o bem quando te oferecido, mas adoras o mal quando te forçado...és a razão de guardar o jardim, e criaste a sede pela agua que me agora oferecem... lamento que te tenhas perdido num caminho sombrio, mas sei que dele não queres sair e nele adoras estar, junto dos que te magoam e te esquartejam até quase à morte... Se um dia precisares de mudar de vento para flor... tem cuidado, pois a terra pode não te receber e acabas por morrer, porque esperaste te,po demais e a àgua da chuva pode não te ajudar...

Tuesday, November 14, 2006

A flor branca na arvore nua


Sabes que me escondo bem no fundo do edificio em ruinas, bem para la das memorias dos mortos cravadas nos objectos partidos, portas rachadas e das paredes manchadas de sangue... e mesmo assim caminhas por entre corredores escuros de luz remanescente de pequenas janelas partidas no tecto e afastas os corvos para me vires pegar no queixo... e entre lagrimas e dor...agarras-me o soluçar com um grito silencioso...arrastas-me até ao portao que dá para o patio onde
uma pequena flor branca comeca a brotar dando esperança a toda a morte e escuridão de que algo sempre renascerá por mais destruido que o mundo esteja.

Sei que não podem ler, mas podem sentir


Seria uma enorme ofensa desistir, chorar e desesperar por vós…. Desabar um lindo castelo de longas trepadeiras vivas e de ameias perfeitas por um sentimento de egoísmo e de ódio. Apesar da dor ser imensa e a vida perder sentido sem vocês... o legado é mais forte... Somos a razão da vossa vida, viveram para nós e para este momento...o momento em que teríamos de voar com as nossas próprias asas e continuar a conduzir na estrada que viajámos todos.

Choro lágrimas não de tristeza, mas de saudade e alegria, de coragem e de dor, de vestir a armadura e brasão da família para as batalhas que se avizinham.

Somos fortes e unidos e os tambores das legiões fronteiras já tocam meu pai, somos fieis e amantes e os bebés já choram minha mãe. Os cães de guerra já foram soltos e agora só nos resta fazer de vós nossa fé, da nossa terra, nosso templo, das nossas acções vossas preces e marchar, sem olhar para trás porque a nau já vai longe do porto e voltar atrás é trair-vos de anos e anos de amor e dedicação mais fortes que qualquer religião terrena, mais amplos que qualquer universo. Amo-vos tanto quanto me dedicarei a mim e ao vosso legado com os que ficam.

Ad-eternum à vossa imagem, ad-eternum fiel ao sangue que me orgulho de ter. Bruno

KAAR

Saturday, November 11, 2006

just a thought


Curioso…

Quem me deu todo o amor deste mundo

A primeira e provavelmente a única pessoa que queria ver em cada momento

Após a ferida… passou a ser

Quem me da toda a dor deste mundo

E a ultima pessoa e provavelmente a única pessoa que não quero ver em cada momento

De branco cal e verde pleno

De sumo de uva fresco e doce

De ti agora

Vem negro e cinzento

E uma passa amarga de baga que nem sumo consegue ter

Wednesday, November 08, 2006

Deixei de te amar


Deixei de amar porque quem amo sofre e quem amo parte....assim é mais facil deixar de amar e agarrar-me ao que tive mesmo sabendo que viverei uma mentira cruel de uma pessoa que já nao existe..

Deixarei quem me quer ter o que ainda resta uma vez que nao me das o resto.... ficará o vazio é certo até ao dia em que alguem tenha mais amor que eu dor.... e assim....


Deito-me cedo para não me importar... roubaste-me um pedaço tão grande e tão importante que não o consigo preencher com nada, entre os olhares perdidos que trocámos sei que existe amor, entre os olhos baixos e as lagrimas contidas desistes de abrir a porta que deixas fechar lentamente....era cedo para acabar...era justo tentar...mas deixas-te dominar e peço ao vento que me leve e ao tempo que me pese e que os deuses nos perdoem esta estupidez de amor a dois rasgado por medo e egoismo, e que levem esta dor de coração mantida mas de cabeça apagada porque não faz sentido amar-te pois não mereces ousar usar a palavra amo-te pois não sabes e não a sentes...

Monday, November 06, 2006

horas...


Que horas são? Parece que já é de manhã.... Mas o pesadelo ainda ali está e a tua foto é tudo o que tenho... mas será que os Deuses me estão a ouvir... sangrando levanto-me da cama e arrasto-me ate ao lavatório onde tento lavar sangue de feridas que não param... continuo e agarro no arame feriado em que se tornaram os dias... gritando no mais profundo silencio e dilacerando carne e voz tento manter o castelo erguido...sabendo que não conseguirei mover o Mundo, porque os Deuses falam mais forte...

Ajoelho-me aos que antes ignorara e peço-lhes perdão e clemência para ti porque não posso perder mais...já não tenho nada...só gasto o tempo para que os dias passem e as paredes já conhecem a minha face e já mostram as minhas lágrimas...

Mas tudo continua e a historia anda devagarinho e eu coloco mais uma liga que logo fica ensanguentada e continuo a andar.... Ainda olho a faca que ficara pronta para um dia ser cobarde mas não... sou sangue Luso do mais puro...e de raízes mais fortes que uma sequóia, cravo mais um prego em cada um dos pés para que sangrem mas para que me fixe...bem na base do castelo para que este não tombem e volto a vestir a armadura e brasão para defender com aço fantasmas aos quais o mundo físico não toca...

E aguento de peito erguido a batalha que sei que não consigo combater...

Saturday, November 04, 2006

Anjos


Uma vez um pequeno anjo que queria se tornar grande acompanhou o anjo mais velho numa missão. Disfarçados de pedintes, numa noite chuvosa pediram asilo na casa de uma familia rica, a familia practicamente escurraçou-os até que o mais velho disse: Mas está a chover e frio... O dono da casa entao disse-lhes que poderiam dormir no celeiro... Durante a noite o anjo mais novo acordou e admirou-se de ver o mais velho a remendar um buraco no celeiro e a pinta-lo para que desaparecesse. No dia seguinte foram pedir asilo a uma familia pobre de pai, mae e filha , aí foi-lhes cedido o melhor quarto e leite da unica vaca que tinham...no outro dia ao sairem a familia chorava a morte da vaca que era o unico sustento. O anjo mais novo perguntou: "Não percebo, aos ricos que nos trataram mal e nos mandaram para o celeiro, reparaste o buraco e aos pobres que nos apoiaram deixas-te a vaca morrer..." "Não deverias duvidar da palavra de algo mais alto, aos ricos tapei um buraco onde estava um tesouro que será encontrado pela proxima familia e aos pobres durante a noite convenci o anjo da morte a levar a vida à vaca em vez da bébé a quem ela estava destinada a principio"

Na vida há momentos de questão e duvida que as vezes mais vale acreditaar que sao opcoes superiores para perdas menores...

Friday, November 03, 2006

Love


You know that feeling where you don't care about everything ....now, tomorrow, yesterday... you know that feeling where you think time stopped for you... that feeling is called LOVE
I had 26 years of pure beauty, pure happiness and pure love... Hard times approach... but I know that I must live on to the reflection of the love image that I received..

Heaven is now two pieces more complete and our lifes two pieces missing... Your love will never be forgotten...

love you M

Wednesday, October 25, 2006

Another dying night


Nada que tenha de fazer... nenhum sitio onde deva estar...ninguem na minha vida a quem responder....mas a mim...não tenho mais luz de velas...nem ceus purpura...ninguem a quem estar ao pé..enquanto o meu coração morre lentamente...se te pudesse abraçar apenas mais uma vez tal como nos dias em que eras minha...olhava para ti ate ser cego... para que te convencesse a ficar...diria uma reza cada vez que sorrisses..rezava todos os momentos como uma criança..parava o mar e o mundo...apenas e só se te pudesse abraçar mais uma vez....
Memorizei a tua cara... para que me acompanhe... sei que me tocaste no meu coração...decorei o teu abraço e marquei o teu beijo...imagino onde estarás...sonho o que farás... tudo por um amor que parece morto... se te pudesesse abraçar apenas mais uma vez..tal como nos dias em que eras minha... irias ver que te amo mais que um golfinho a agua...e acabarias por ficar e nao partir....

Tuesday, October 24, 2006

Hoje morri outra vez...


Hoje morri outra vez..... uma morte lenta mas bela equanto te imaginava... admiti que há coisas de facto maiores que eu... e que o Mundo é cruel para nos moldar, a vida é linda mas imperfeita... dura para que saibamos dar valor às coisas certas... e que os grandes foram grandes porque cederam a vida eterna a uma imortalidade ferida de percas incontornaveis e sem preço....porque este tipo de amor é diferente é intrinseco e imortal... Somos mortais e lutamos contra as limitações que a vida nos impõe... é isso que faz da familia o poder mais alto do Universo...o sangue que nos corre é eterno e inegualável e não tem fim no gotejar de dor...
Vivi à tua imagem e vou continuar a fazê-lo... terei alguem ao meu lado tão valioso como a mãe que me pôs ao mundo... tão corajosa como aquela que te apoiou sempre.... e sempre.... e sempre e sempre... e sempre... e sempre.....até perder a conta quando precisaste tal como tu a apoiaste na mesma exacta medida sem mais nem menos e sem as contar quando ela precisou ... tal como estiveste, estás e estarás no mais profundo sangue no mais rígido musculo.. na maior raiva no mais simples sorriso no maior amor e na feição de cada bêbê...daqueles que te amaram e te amam e te amarão para sempre... És um pilar que continua a suster-me, a força do que vivo em conjunto com eles por quem dou e darei tudo... Deus e Ceu por teres sido o que foste e por me fazeres o que sou ... Orgulhosamente vestirei a tua armadura e marcharei contra os infinitos exercitos que me defrontarão até ao meu ultimo suspiro...porque já não sou mortal... já morri mais vezes do que se pode contar... e já me esvaziei em sangue tendo de ter comido iguais e bebido o dos que me tentaram matar... Mas até ao ultimo bater...até ao ultimo dia em que as nuvens passarem por cima de mim e eu já não conseguir levantar um dedo que seja estara cá alguem.... para continuar o teu legado... não há voz que me convença a MORRER...
Fragilizado e louco de insanidade da tua morte...deixei que os que me deviam amar me traissem dentro do que me era mais querido...que me tentassem afastar dos que me amam verdadeiramente... rindo de mim e trossando do que sentia... andei perdido no escuro do teu luar... mas acordei na loucura velhaca que a todos corroeu.... mataram-me o meu amor e saí do meio do campo de batalha.... caquetico de uma vida de psicopatia e de servidão onde era escravo de vontades egoistas e de doentes autistas que só viam o que queriam ver... voltei a atravessar o deserto onde moro... e não não fugirei da morte eterna ou deste campo onde serei esfaqueado...caminho pelos montes e vales entre os que acham que têm razão por me rotularem do que não sou e me xingarem pelo que fui e de quererem ser algo que não são ganhando uma luta que nem me dou ao trabalho de travar...voltei a perder e a perder tudo...mas voltei a caminhar... ganhando no Oasis do meu sangue a agua para a sede e a força para continuar a caminhar...
Não.... não cairei nem vou cair... porque até lá levarei todos os que se atravessarem no meu caminho... não há maré ou vento... musa ou ouro que me afaste de ti... mais do que te amar sou tu...sou nós....sou o que tens de melhor e começo a perceber o que o mundo tem de pior...
Mas não te preocupes meu pai....pois não caminho sozinho neste vale de mortos e sombras... sou luz branca que ilumina os que cegos caminham... já levantei muribundos em tua honra e continuo a sangrar até sair do vale... Não há gloria nos fracos nem vida nos fortes...mas há legado nos honraveis...
Voltei....mataram-me mas voltei meu pai e continuarei a fazê-lo até que alguem me traga paz neste mundo de guerras... Não quero mais falsas amazonas e arpias escondidas... A minha Hera virá e dar-me-á a força e a vida que me falta e viverei para a amar, para a honrar e para a defender...
A nossa perda é o ganho dos céus... Já Morri meu pai...faz muito tempo... e um morto não pode morrer outra vez... um morto não pode ser parado... um louco não pode ser derrotado... serei imortal até ao dia em que me pararem de esfaquear e o amor apaziguar as guerras e os ódios que detenho.... não estou sozinho meu pai... encontrei aliados neste mundo profano... fieis à causa que defendemos... não estou sozinho meu pai...porque nunca me deixas-te.... não estou sozinho meu pai...enquanto puder subir ao ponto mais alto...olhar o mar e gritar...sei que há alguem que me arrancará esta seta de duplo gume ...
Estou morto...mas não sozinho....
E hoje visto a armadura que me deixaste, ebainho a espada que forjaste e corto-me no braço em mais um corte de sangue... saro a cicatriz e ajoelho-me ao teu altar... pois a guerra está lá fora meu pai... pois este mundo continua a ser cruel aos fieis e justo aos falsos... tenho as sandálias gastas mas prontas... e o estandarte roto mas de simbolos bem à vista... estou morto meu pai mas sedento .... do sangue de mostrar a raça de que sou feito...
Pelo que fui... pelo que foste... pelo que sou e pelo que defendo... sairei...até ao dia em que voltar ou com flores ou o meu corpo no topo da armadura...
Porque um dia soube o que é ser amado sem terem de mo dizer...e porque sobrevivi à maior facada fria por alguém que se apresentara a ti como meu braço... Por ti por eles por todos...

Ad eternun

Monday, October 23, 2006

sair do coma


Não há Deus que me defenda...
Porque não me ouves...
Não há razao nem direito.... é puro....
A escuridão em que estou não vai desaparecer porque não me ligas...
Este Inverno será infinito... como é que me fizeste amar assim e me juravas amor
Eu verdadeiramente amei-te e tu alegaras o mesmo...mas não parece...
Eu quero-te... oh meu amor! como te quero! e acho que mereciamos mais...
Mas não... isolaste-te no pior dos mundos e deixas-me secar e morrer...vulneravel aos predadores que tantas vezes nos tentaram derrubar e resistimos....
Nao te consigo sentir... nao te consigo “ver” meu deus... nao te consigo sentir... nem te consigo sonhar... estou frio.. morto... ferido... porque nao me dizes que me queres... porque nao me dizes que acreditas que junto podemos vencer tudo... porquê...
Onde está a chama que queimava tudo... como pode a lava torna-se em gelo e nao quebrar na proximidade do meu fogo...
Estou eternamente ligado a ti e sabe-lo mas pisas e voltas a pisar... achas que sorrio porque me rodeio de outras e amigos... mas queria que soubesses que adoro o teu sorriso e que estás la em cima... que mantenho a tua fotografia... que te quero agarrar e que sou teu... porque estou rachado sem emenda... porque foste... e desligaste a luz...

Eu não tenho de te dizer que temos muito por lutar e pouco por que desistir... e no entanto deixaste-te ir numa mare negra sem retorno... e deixas-me na costa sem meios de te alcancar e nao olhas para tras, mas tambem nao remas...

Não me apagues a luz!!! Deixa-me mostrar-te quanto te amo... mereciamos isso... manda-me subir a uma montanha... porque o farei...


Hoje sei porque morro assim.... tenho de fugir de ti...passo o tempo a tentar saber porque chegámos ao fim... e sem te sentir... sem te ter... tal é a dor que sangro da ferida de te ter perdido...sem te poder reaver ou tentar alcançar porque que isolas nos teus medos...

Não consigo viver... não consigo esconder-te... aparececes sempre que tento ser eu e revelar-me....

Serei sempre teu e perdoar-te-ei tudo se voltares..., será que me perdoarás...será que nos perdoaremos e votlaremos a ver o sol por-se enquanto abraçados na areia?

Tento falar-te mas estás só!!! E não posso... tenho de aguentar o fogo por me teres pedido que afastasse... mas devias saber....que se chamasses o meu nome eu estaria lá ao teu lado... esquece... tenho de me esconder... porque senao vou continuar a sofrer....e se te deixar continuar assim vou acabar por morrer... tenho de te esquecer... sim é o melhor... prender-te na cave trancar e mandar a chave fora enquanto gritares... porque senão vou enlouquecer..

Estou perto do fim ou do inicio não sei qual me me encontrará primeiro... e conto as lagrimas e as dádivas que deixei para trás...e nao posso pedir mais... foste a melhor razao pela qual viver... lembrar-me-ei dos outros dias em que nao tinha estas cicratizes... lembrar-me-ei dos dias nos teus braços, dos dias no Sol .... estaria perdido assim que a chuva viesse se nao me encontrasses ao acaso... por cada suspiro vivo à nossa imagem porque me ensinaste a respirar... lembrar-me-ei dos dias...e de todos os momentos na luz e na cor... não sei se conseguirei passar a porta... e ver a luz que não a dos teus olhos... mas viverei na tua alma mais do que o resto das nossas vidas...

Lembrarme-ei tao bem do amor que tiveramos e tao fortemente quanto a dor de te ter perdido... e lembrar-me-ei de cada momento dos meus dias ao Sol...
cabaliando amo-te...morrendo amo-te ... tentando te esquecer... acabarei por te deixar de amar e passar a respeitar apenas o que tivemos

Novas almas entram no meu mundo e começo a recuperar a visão... Arrastam-me do mar tumulto para margem da praia afim de que eu me levante... cansado...almas puras que me afastam de ti para que nao morra de vez... vozes que comeco a ouvir no meu profundo coma..para que desperte...

Friday, October 20, 2006

breath


Não há Deus que me defenda...

Porque não me ouves...

Não há razao nem direito é puro....

A Escuridão em que estou não vai desaparecer porque não me ligas...

Este Inverno será infinito... como é que me fizeste amar assim e me juravas amor

Eu verdadeiramente amei-te e tu alegaras o mesmo...mas não parece...

Eu quero-te oh meu amor como te quero e acho que mereciamos mais...

Mas não... isolaste no pior dos mundos e deixas-me secar e morrer...vulneveravel aos predadores que tantas vezes nos tentaram derrubar e resistimos....

Nao consigo sentir... nao te consigo “ver” meu deus... nao te consigo sentir... nem te consigo sonhar... estou frio.. morto... ferido... porque nao me dizes que me queres... porque nao me dizes que acreditas que junto podemos vencer tudo... porquê...

Onde está a chama que queimava tudo... como pode a lava torna-se em gelo e nao quebrar na proximidade do meu fogo...

Estou eternamente ligado a ti e sabe-lo mas pisas e voltas a pisar... achas que sorrio porque me rodeio de outras e amigos... mas queria que soubesses que adoro o teu sorriso e que estás la em cima... que mantenho a tua fotografia... que te quero agarrar e que sou teu... porque estou rachado sem emenda... porque foste... e desligaste a luz...

Eu não tenho de te dizer que temos muito por lutar e pouco por desitir... e no entato deixaste ir numa mare negra sem retorno... e deixas-me na costa sem meios de te alcancar e nao olhas para tras, mas tambem nao remas...

Não me apagues a luz!!! Deixa-me mostrar-te quanto te amo... mereciamos isso... manda-me subir a uma montanha... porque o farei

Hoje sei porque morro assim.... tenho de fugir de ti...passo o tempo a tentar saber porque chegámos ao fim... e sem te sentir... sem te ter... tal é a dor da tua indiferença que sangro da ferida de te ter perdido...

Não consigo viver... não consigo esconder-te aparececes sempre que tento ser eu e revelar-me....

Serei sempre teu e perdoar-te-ei tudo se voltares, será que me perdoarás...será q nos perdoaremos e votlaremos a ver o sol por-se enquanto abraçados na areia?

Tento falar-te mas estás só!!! E não posso... tenho de aguentar o fogo por me teres pedido que afastasse... mas devias saber....que se chamasses o meu nome eu estaria lá ao teu lado... esquece... tenho de me esconder... porque senao vou continuar a sofrer....e se te deixar continuar assim vou acabar por morrer...

Estou perto do fim ou do inicio não sei qual me me encontrará primeiro... e conto as lagrimas e as dádivas que deixei para trás...e nao posso pedir mais... foste a melhor razao pela qual viver... lembrar-me-ei dos outros dias em que nao tinha estas cicratizes... lembrar-me-ei dos dias nos teus braços, dos dias no Sol .... estaria perdido assim que a chuva viesse se nao me encontrasses ao acaso... por cada suspiro vivo à nossa imagem porque me ensinaste a respirar... lembrar-me-ei dos dias...e de todos os momentos na luz e na cor... não sei se conseguirei passar a porta... e ver a luz que não a dos teus olhos... mas viverei na tua alma mais do que o resto das nossas vidas...

Lembrarme-ei tao bem do amor que tiveramos e tao fortemente quanto a dor de te ter perdido... e lembrar-me-ei de cada momento dos meus dias ao Sol... cabaliando amo-te...morrendo amo-te ... tentando te esquecer...

Thursday, October 19, 2006

um dia de praia

Hoje fui a praia e andei a vaguear como fazíamos… as ondas não são iguais… pontapeio a areia para me entreter e para passar o tempo como se isso fosse funcionar… ridículo não é….
As pessoas olham-me e acham que sou confiante e independente por passear sozinho junto ao mar e porque não me refugiei em casa… na verdade vivo fantasmas do passado e tento repetir agora sozinho o gosto da vista que tínhamos quando passeáramos juntos…mas isso não funciona… nada é igual sem ti aqui… e mesmo assim não te consigo odiar… fazes falta… sinto-me incompleto por mais bela q seja a paisagem e por mais lindo q esteja o mar… é como se o mundo tentasse me embalar deste pesadelo que não para…. E mesmo assim estivesse triste…. Desanimado volto a toalha e viro-me para baixo deixando a agua me escorrer e disfarçar as lágrimas que entretanto me caem….